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July 25, 2011 / vitorcaldi

Bye, Amy!

Nesse sábado Amy Winehouse entrou para a lista de rockstars que morrem aos 27 anos. Nesse seleto grupo também estão nada menos que Jim Morrison, Janis Joplin, Jimi Hendrix e outros.
Amy teve em sua curta carreira apenas dois discos.

O primeiro promissor e o segundo um sucesso estrondoso. Back to Black emplacou no mínimo 5 músicas nas paradas de sucesso e foi o disco mais vendido de 2007. Nesse album a cantora trouxe a tona uma sonoridade mais “roots” e adotou aquele penteado que a tornou característica.

Com a exposição e o sucesso, Amy se tornou alvo fácil de paparazzi e todos os seus escândalos e excessos estampavam as primeiras páginas dos já exagerados tablóides ingleses. Nesses 5 anos desde o lançamento de Back to Black tivemos a oportunidade de ver Amy usando todo tipo de droga. Desde alcool até crack. As suas loucuras e bizarrices viraram motivo de piada e até um site foi criado para que se tentasse acertar a data certa da morte da cantora (será que alguém acertou?).

A morte veio, como era de se esperar. Apesar de ainda não ter nenhuma divulgação da causa real da morte, imagino que todo mundo sabe o motivo.
Agora, esse post aqui é para defender uma coisa cruel que eu penso: ela morreu na hora certa!
Claro, o ser humano Amy Jade Winehouse, que tinha pai, mãe, amigos, etc, é uma perda. Para essas pessoas, não para mim. O que interessa pra mim e para a maioria das pessoas é Any Winehouse como artista. Essa sim eu sinto uma pena perder uma mulher tão talentosa. Back to Black é um discaço, que não cansa mesmo ouvindo do começo ao fim no repeat. Agora, o que eu quero dizer é que ela foi na hora certa, é que Amy chegou num estado em que nada mais poderia sair dalí.

Como vários outros grandes artistas, ela chegou num ponto em que todo mundo esperaria algo dela e esse algo simplesmente não viria. Eu imagino que se ela tivesse se recuperado das drogas, logo lançaria um cd de capa branca (oposto ao Black) e com um título algo como “Reborn!”. Fico feliz que você não tenha passado por isso, Amy. Vamos lembrar sempre de você pelo groovy e pela voz poderosa que conhecemos nos seus dois únicos disco. Sim, é melhor ir cedo com algo bom do que se arrastar produzindo porcaria. Resumindo, citando o filósofo Neil Young: It’s better to burn out than to fade away.

 

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3 Comments

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  1. Daniela Viegas / Jul 25 2011 10:55 am

    morte anunciada. tenho dito.

  2. ana / Jul 25 2011 11:29 am

    Imaginei o corpo se decompondo e restando apenas o silicone do peito no caixao!

  3. Laís / Jul 27 2011 1:44 am

    Vitinho, concordo em termos com você. Rumour has it que ela deixou material suficiente pra três discos póstumos. Coisa que eu sempre achei chato, nego morre e lança e vende mais disco que nunca, mas ainda assim. Teremos aí, muito em breve, esse material inédito. Pode ser que seja uma porcaria, pode ser que não.
    Concordo com você que Amy estava no fundo do poço chafurdando na merda, mas, acho, ela poderia ainda nos surpreender, não com uma recuperação, mas com um bom material. E outra, Amy foi vaiada em praticamente todos os shows de 2008 pra cá. Perdemos uma artista de estúdio, mas não uma de ao vivo. Sei lá. Fiquei tristona, chorei e postei sobre. De uma forma muito mais sentimental, claro. Grande perda.

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